Zema critica violência na Bahia e NOVO projeta Aleluia como opção ao Palácio de Ondina
- Boletim Baiano
- 25 de jan.
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Durante visita ao estado, governador de Minas reforça discurso de tolerância zero e impulsiona José Carlos Aleluia como alternativa ao grupo que governa a Bahia há quase duas décadas.

A passagem do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pela Bahia, no último sábado (24), reacendeu o debate sobre segurança pública e voltou a expor o contraste entre a realidade baiana e o discurso adotado por estados que se apresentam como referência no combate ao crime. Em tom provocativo, Zema afirmou que Minas Gerais não possui “um metro quadrado sequer controlado por facções criminosas”, numa crítica direta ao cenário da Bahia, atualmente marcada por altos índices de homicídios e disputas territoriais envolvendo o crime organizado.
A declaração não ocorreu de forma isolada. Durante sua agenda no estado, Zema reforçou o projeto nacional do Partido Novo e deu protagonismo político ao ex-deputado federal José Carlos Aleluia (Novo), presidente da legenda na Bahia e nome cada vez mais citado como possível candidato ao governo estadual nas eleições de outubro. Internamente, a avaliação é de que a segurança pública deverá ser o principal eixo de enfrentamento ao grupo político que administra a Bahia há quase duas décadas.
O governador mineiro também afirmou que a violência na Bahia gera impactos diretos em Minas Gerais, especialmente nas regiões de fronteira. Segundo ele, a Polícia Militar mineira atua com efetivo reforçado nessas áreas para impedir a expansão e a migração de facções criminosas.
Zema aproveitou a ocasião para destacar sua política de tolerância zero, ressaltando que, em Minas Gerais, invasões de terra são combatidas, a propriedade privada é respeitada e criminosos são tratados como criminosos.









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