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Nikolas chega a Brasília e inicia o último dia da caminhada até a Praça do Cruzeiro, onde acontecerá o ato final

  • Foto do escritor: Boletim Baiano
    Boletim Baiano
  • 25 de jan.
  • 1 min de leitura

O deputado percorreu 240 km de Minas Gerais ao Distrito Federal em mobilização contra a prisão de Jair Bolsonaro e as condenações relacionadas aos atos de 8 de Janeiro.


Segundo o parlamentar, o ato possui caráter “simbólico” e visa “trazer luz” e “dar esperança” aos apoiadores. Neste sábado (24), em entrevista exclusiva à Jovem Pan, ao passar por Valparaíso de Goiás, Nikolas avaliou que o objetivo da mobilização já foi atingido ao promover um “despertar” político na população. Durante o percurso, o deputado compartilhou relatos de casos que considera “absurdos” no país a cada 10 quilômetros percorridos, incluindo menções à morte do comerciante Cleriston Pereira da Cunha, no Complexo Penitenciário da Papuda.



Segurança e logística



A segurança do deputado chamou atenção durante o trajeto. Em vídeos divulgados nas redes sociais, Nikolas Ferreira foi visto utilizando colete à prova de balas. O parlamentar alegou a presença de supostos infiltrados e ameaças para justificar a medida.


Além disso, a caminhada conta com a participação de outros nomes da oposição, como os deputados Gustavo Gayer (PL-GO), André Fernandes (PL-CE) e o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Senado por Santa Catarina.


A mobilização também conta com a presença de nomes da Bahia, como o deputado federal Capitão Alden (PL-BA), o deputado estadual Dr. Diego Castro (PL-BA) e a médica e ex-candidata ao Senado em 2022, Dra. Raissa Soares, atualmente pré-candidata a deputada federal.


O evento ainda está em andamento.

 
 
 

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Apresentado por Roberto Rodrigues

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