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Dra. Raissa Soares (PL/BA) critica PT por falta de apoio à pesquisas após cientista brasileira perder patente: "Falta de prioridade"

  • Foto do escritor: Boletim Baiano
    Boletim Baiano
  • há 21 horas
  • 2 min de leitura

Pré-candidata a deputada federal afirma que falta de investimento público compromete inovação após pesquisadora relatar perda de registro internacional.



A ex-secretária de Saúde de Porto Seguro, ex-candidata ao Senado na Bahia em 2022 — quando recebeu 1.057.085 votos, o equivalente a 14,61% dos votos válidos no estado — e atualmente pré-candidata a deputada federal pelo PL, Raissa Soares, criticou a política de investimentos em pesquisa científica no Brasil após a cientista Tatiana Sampaio, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, informar que o país perdeu a patente internacional da polilaminina por falta de recursos para pagar as taxas de manutenção.


A substância descoberta pela pesquisadora pode ajudar a reconstruir ligações nervosas, contribuindo para que pacientes com lesões na medula espinhal recuperem movimentos, como em casos de paraplegia e tetraplegia. Segundo Tatiana, cortes de verbas, principalmente em 2015 e 2016, impediram que as patentes fossem mantidas no exterior. A patente no Brasil só foi concedida em 2025, após 18 anos de espera, restando apenas dois anos de exclusividade comercial dentro do prazo total de 20 anos previsto em lei.


Em vídeo publicado nas redes sociais, Raissa Soares afirmou que a perda da patente internacional ocorreu por falta de prioridade do poder público e fez críticas ao Partido dos Trabalhadores.


“A doutora Tatiana Sampaio é a pesquisadora brasileira por trás de uma descoberta com potencial de fazer paraplégicos voltarem a andar. Uma inovação que reacende esperança onde antes só existia limitação. E o que o Brasil fez? Deixou a patente internacional vencer por ‘falta de verba’. Não foi falta de dinheiro. Foi falta de prioridade”, afirmou.


Ela também declarou:

“Quando é para bancar o que dá palco e narrativa, o recurso aparece. Quando é para proteger uma inovação capaz de colocar o país na linha de frente da medicina mundial, simplesmente deixam perder. Bilhões vieram à tona com a Operação Lava Jato. Mas para manter ativa uma patente estratégica brasileira, não teve. Isso não é descuido. É decisão.”

Ao final, Raissa defendeu que o Estado dê mais atenção e apoio à produção científica nacional.


“E decisões assim custam caro: custam avanço, custam protagonismo, custam vidas transformadas. O Brasil tem cientistas brilhantes. O que falta é governo que trate ciência como prioridade de Estado, não como discurso. Chega de enterrar o futuro da nossa nação”, disse.


O caso reacende o debate sobre investimento público em ciência, incentivo à inovação e proteção de patentes no país.

 
 
 

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Apresentado por Roberto Rodrigues

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