ACM Neto afirma que Jerônimo enfrenta mais dificuldades para alianças em 2026 e cita PSD como exemplo
- Boletim Baiano
- 28 de jul. de 2025
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O ex-prefeito de Salvador, Antonio Carlos Magalhães Neto (União Brasil), declarou que a base governista do governador Jerônimo Rodrigues (PT) enfrenta “mais problemas” do que a oposição, liderada por ele, no que diz respeito à manutenção e construção de alianças para as eleições de 2026.

Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (28), ACM Neto rebateu críticas feitas pelo governo de que a oposição estaria fragilizada em suas articulações políticas.
Segundo o ex-prefeito, a base do governo petista tem seus próprios conflitos internos, citando o PSD e lideranças como Otto Alencar e Ângelo Coronel:
“Qual é o maior debate político que acontece hoje? É alguém deixando meu lado ou é o PSD cogitando sair do Governo? Ou ainda o grupo do PT querendo fazer chapa puro-sangue, podendo tirar Coronel e Otto da equação? Eles fazem suas críticas, mas esquecem que têm mais problemas do que nós”, provocou Neto.
O ex-prefeito lembrou que movimentos de troca de alianças são comuns no cenário político baiano:
“Essas mudanças de posicionamento acontecem com frequência. Na campanha passada, por exemplo, o maior movimento foi o apoio de João Leão, que era vice-governador de Rui Costa, e decidiu apoiar nosso projeto, trazendo o Progressistas para o nosso lado”, recordou.
Neto avaliou ainda que a corrida eleitoral ainda está longe de definida:
“Existem movimentos em todas as direções, e ainda há muita água para passar debaixo dessa ponte. Os partidos ainda têm muito a definir até 2026”, destacou.
Por fim, o líder do União Brasil enfatizou a diferença entre as bases políticas:
“O grupo deles conta com as máquinas do Governo Estadual e Federal, o que naturalmente exerce força política. Mas uma candidatura de oposição é movida pelo povo, não pela estrutura política”, completou.









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