Pesquisa indica alta rejeição a Lula e aponta cenário desafiador para 2026
- Boletim Baiano
- há 8 horas
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Levantamento realizado pela Instituto Ideia em parceria com o portal Meio aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera o índice de rejeição entre possíveis candidatos à eleição presidencial de 2026. Segundo os dados, 44,2% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de forma alguma.
Na sequência aparece o senador Flávio Bolsonaro, com 37,5% de rejeição. Outros nomes citados no levantamento incluem Ronaldo Caiado, com 20,4%, Romeu Zema, com 17,5%, Renan Santos, com 16%, e Aldo Rebelo, com 11%. Ainda, 14,4% dos entrevistados disseram não saber responder, enquanto 2,2% afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados.
O estudo também indica resistência à continuidade do atual governo. Para 51,5% dos entrevistados, Lula não deveria seguir no cargo após o atual mandato, enquanto 45% defendem sua permanência. A avaliação geral da gestão acompanha essa tendência: 46,4% classificam o governo como “ruim” ou “péssimo”, enquanto 32,2% o consideram “bom” ou “ótimo”.
Entre os principais pontos de insatisfação, a segurança pública aparece como o tema mais crítico. Mais da metade dos entrevistados avalia negativamente a área, com destaque para 31,9% que a classificam como “péssima”. A economia também surge como preocupação relevante, com 44,6% de avaliações negativas, frente a 28,1% de aprovação. Já a educação apresenta cenário um pouco menos desfavorável, mas ainda com predominância de avaliações negativas.
A pesquisa também revela diferenças regionais marcantes. No Nordeste, o presidente mantém maior apoio, com 62,5% dos entrevistados defendendo sua continuidade. Já no Sul, o cenário é inverso, com 61,1% contrários à permanência no cargo. No Sudeste, região com maior número de eleitores, os dados mostram divisão mais equilibrada, com leve predominância dos que rejeitam um novo mandato.
Os resultados indicam um cenário eleitoral ainda indefinido, mas com forte peso da rejeição e da avaliação do governo como fatores determinantes para a disputa presidencial de 2026.





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